Sã na loucura de amar
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Momentos monótonos
alucinático extravagantes
que ao seu lado vivo
intensamente sem pensar no futuro
pós-próximo que virá...
Momento divino
de um doce menino
que em mim irá de viver
Longe de ti eu não vivo
,minha razão de viver
sem querer te perder
As doces amargas travessuras
de uma alma sem juras
de um amor sem fim.
Que longe de tudo
ainda há de viver
em algum lugar que lembra você
Loucura essa de te encontrar
e nos teus braços me perder
loucura essa da qual vivo
intensamente sem nenhum medo de se perder.
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Selo Master Blog
Selo enviado pela Brigadeiro do blog Certas Coisas...
A regra do selo é responder o que não tem preço.
R:O que não tem preço é viver ao lado de quem você ama dando apoio e o carinho que merece e sendo reconhecido por seus atos e atitudes que ainda sim são semelhantes a certas definições desconhecidas de uma mente de criança.
Por que amar e ser amado não tem preço !
Indico o selo para...
A Sombra do mar
Ausência Instável
Codinome Beija-Flor
Contos de Sofie
Muitos Caminhos
Posted by Bruno Alves in [Sobre mim] on sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Errei sim
Castiguei
Tantas lágrimas derrubei
Inconsciente
Re experimentei do erro
A mente me castigou
Chorei tantas magoas que meu coração trazia
Punivelmente tentei ,
Insisti em ser feliz
Buscando aos teus braços
A redenção do amor sem fim
Não é só minha consciência
Olho por todos os lados
Parece que estreitam meu caminho
Um passo em falso
Um rumo e cadafalso !
Sustentado pela corda do destino
Esta meu pescoço quebrado
Como espatifado está meu espírito
Ao saber que longe de ti eu vivo
Difícil decisão
Amor sem razão
Dor que parece não ter fim.
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Sempre estarei
Posted by Bruno Alves in [Aos que amo] on quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Sensações desejáveis das quais sentes quando toco-lhe o rosto com uma caricia delicada e suave da qual a faz tremer as pernas de prazer...
Sensações são essas das quais me perco na loucura de um amor profundo do qual posso dizer sem fim pelo segredo das palavras mais sinceras e expostas de um poeta apaixonado.
Amor completamente apaixonado.
Amor completamente descontrolado.
Amor do qual sente ser isolado...
Isolado do tempo, da natureza, do mundo, de sim mesmo...
Amor incondicionalmente seu.
Amor esse do qual não canso de entoar em voz alta e clara !
EU TE AMO!!!
Sinto lhe dizer isso,mas você me levou o que tinha de mais precioso...meu coração.
E sou grato de tê-lo feito de tal forma que mal posso pensar viver antes que você possa ter nascido...
Somos de épocas diferentes sim! Mas e dai !?
Vai ser o tempo que vai tirá-la de mim ?
Talvez não o tempo, talvez não as pessoas, talvez eu mesmo.
Cometi erros sim! Erros dos quais me levaram você, erros que jamais irei esquecer...
Mas são com esses erros que eu aprendi, são com esses erros que reeduquei a minha alma, o meu pensamento.
E não pense que estarei longe de você quando me pedir...
Eu estarei afasto, porém tudo observarei.
E quando você cair lá estarei com os braços para lhe segurar nem que seja preciso cair junto a ti...
E quando você se levantar eu estarei lá para com um sorriso simples e sincero lhe dar os parabéns... Não por ter se levantado, mas por fim reaprender a viver.
Não esqueci das promessas de amor que lhe dei, eu as guardo arquivadas em minha mente pensadora assim como você guarda meu coração. Sim eu estarei lhe esperando...
Pode ser hoje, pode ser amanhã, pode ser quando for para ser...
Lá estará eu.
Esperando por você.
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Em minhas mãos.
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Não somos donos do tempo nem de ninguém...
A única coisa da qual podemos controlar é nossa língua, por que nossos pensamentos são livres para pensar o que preciso for. Tudo está interligado de certa forma que poderíamos mudar o mundo ao pensar em alguma coisa do qual possa nos fazer feliz...
Mas quem tem esse direito ? Eu ?
Simplesmente acho que as coisas acontecem pelo fato de terem que acontecer sem ao menos uma explicação. Não somos donos de si próprio, quanto mais do tempo.
O tempo não para, somos nós que paramos para vê-lo passar, e quando menos percebemos acabamos simplesmente existindo em um mundo do qual foi feito para ser vivido !
A situação não pode ser das melhores ,mas a vida tende a ir pra frente e o mundo a girar...
não podemos simplesmente parar no tempo e ver as coisas fluírem sozinhas, quem faz as coisas fluírem somos nós...não o tempo !
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Escravo do tempo
Posted by Bruno Alves in [Sobre mim] on sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Só me vejo na impossibilidade de que algo seja totalmente contra os meus rumores, mesmo assim dentre os dentes que me forçam a boca eu tento abri-la e respirar forçadamente para que meus pulmões se aliviem aos poucos.
Tendo como se tudo que vivi e que quero viver fossem por água abaixo eu me vejo...
Vendo que tudo que eu quero e preciso está longe, longe de mim, longe do meus braços...
Mesmo sabendo que as coisas não estão simplesmente acabada eu tento pensar...
Eu tento raciocinar, mas me vejo com essa impossibilidade cruel que não me deixa respirar...
Que não me deixa aliviar pulmões para que assim possa respirar...
Para que assim tudo possa se ajeitar na mais tranquila calmaria do seu coração.
Eu não quero estar certo ou errado de algo, quero apenas participar disso de tal forma que seja necessariamente crucial para o meu bem-estar, para o seu bem-estar...
Eu lhe darei tempo, eu terei paciência para que possa acontecer o que for necessário.
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