Mostrando postagens com marcador [Jogados ao vento]. Mostrar todas as postagens
Um só sentimento - Grupo Bom Gosto
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on quarta-feira, 28 de março de 2012
Verso e Prosa
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on terça-feira, 10 de maio de 2011
Mas só por um me apaixonei!
Corra de mim.
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Acaso
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on sábado, 8 de janeiro de 2011
Sentimentos
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on sábado, 27 de novembro de 2010
Ritmo louco.
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Como é bom poder fechar os olhos
Te enxergar loucamente no meu modo
Mais insano de pensar,
Poder assistir de perto
Mesmo estando longe
A beleza deslumbrante de seu corpo
Branco como as nuvens do céu mais...
Azul e claro que meus olhos possam enxergar.
Talvez já não padeça de loucura
O amor do começo ao fim
Sem o desejo atordoante de encontrar...
Coração que bate em ritmo da valsa
Venha ao meu encontro próprio,
Caloroso como não há de encontrar
Em mais algum corpo sóbrio
O doido e doce beijo de um amor
Completamente louco.
Humanidade
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on quinta-feira, 1 de julho de 2010
Certas coisas que mal posso compreender, sentidos confusos e atordoantes me atormentam em noites sem estrelas. O tempo passa mas nada muda, a cada dia uma nova vida, um recomeço ou talvez uma derrota posterior de todas as dores ou sentimentos que não me fogem do pouco bom senso que me resta.
Como seria fácil se entregar e ver as coisas passando por um camarote reservado em grande pequena mente tendo assim um ponto de vista privilegiado, todo momento ou cada segundo sem algum aflito preocupativo e ter a escolha de simplesmente observar.
Serei feliz quando as escolhas certas forem tomadas ou quando decidir quais serão as escolhas certas a serem?
Presenciarei cada momento por cima e com olhos de águia ou serei apenas mais um rato tentando se esconder entre esgotos do seu pior pesadelo!?
Humanidade!
Pré-Destino
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on domingo, 16 de maio de 2010
Há como seria bom ouvir somente o som da natureza ao invés de respirar aquela fumaça cinzenta e poluidora que destroi os pulmões daqueles que dizem serem honestos enquanto roubam milhões dos pobres e humildes trabalhadores que pagam pra sobreviver em uma selva de pedra que desde pequena ensina a criança de que o mundo fosse melhor se todos fizessem a sua parte, mas ao invés disso elas simplesmente escolhem matar ou roubar por necessidade ou por puro prazer?
Será esse o destino de milhões de brasileiros que mal reagem ao pré-destino?
Ou será que realmente precisamos parar e pensar o quão bom poderia ser uma coisa chamada vida?
Mente insana
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on terça-feira, 13 de abril de 2010
Doce mente insana
Aquela que alucina de olhos abertos
Com desejos estrondeantes
E pensamentos fúteis
Sabe-se lá de onde vem ou pra onde vai
Nunca se soube na verdade o que é amar
Talvez amor seja isso
Talvez amor seja aquilo
O que realmente é amar!?
Ah mente insana que alivia
Se todos os amores viessem a ti com pureza
Todas as cores da natureza talvez não existissem
As pessoas simplesmente sorririam
E o amor suavemente fluísse
Flores não são simplesmente flores
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on quinta-feira, 1 de abril de 2010
Por isso plante seu jardim e decore sua alma,
Ao invés de esperar que alguém lhe traga flores ...
Flores em cima da mesa de jantar
Flores envenenadas hei de te dar
Rosas negras e encarnadas exalam seu cheiro pelo ar.
Nunca vi mais belas e perigosas
O segredo é tão parecido contigo
Flor e espinho!
E essa riqueza de hospital é tampouco um enigma.
Flores não são simplesmente flores
O azul do teu olho me lembra bem do que são capazes
Flores colhidas sem dor, talvez um dia não há e ficar só.
Emudeça e desabroche
Quem sabe assim há de ser capaz
Emudeça e cresça
Quem sabe assim há de saber amar.
Coração Infame
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on sexta-feira, 26 de março de 2010
Quero a insanidade de menino sobre o debruçar da saudade, que exprime vontade de desenhar com os dedos o medo que tomou-lhe por inteira. A inocência nos olhos da autora, que por si própria julga capaz, é admiravelmente belo em compasso ao infame coração.
Desabroche por si, e veja com os olhos arregalados o quanto perde ao encontrar o que diz lhe fazer tranquila!A solidão será capaz de confortar algo da criança que habita no inferior de sua feição. MORTE, MORTE eu disse MORTE! Aquele que sofre por ter pensado em formas agitadoras de convívio com proximidade consideravelmente arriscada a vida. Sentido pra que!? A vida já não lhe traz algum.
Há coração infame, abandone o mundo superável pela solidão incurável. Não me roube solidão sem o interesse de oferecer companhia. Fuja com seus pensamentos e próprios medos, enquanto atravesso a dor da solidão de encontrar finalmente a metade que me foi arrancada.
Essa dimensão desencadeada de desentendimentos com o tempo é injusta com um coração que abriga uma solidão quase incurável.
.
Agindo na forma de pensar
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on quinta-feira, 11 de março de 2010
Assim como gosto do jovem que tem dentro de si algo do velho, gosto do velho que tem dentro de si algo do jovem: quem segue essa norma poderá ser velho no corpo, mas na alma não o será jamais.Diga tudo, se expresse.
Rode o mundo não se estresse,
da força a injustiça,
do ato ao bagaço
o suborno fracassado.
Líderes por comunhão,
juntos pela razão,
na força pelo espaço
na luta contra o sarcasmo...
Ironia imoral.
Somos jovens de corpo e alma.
Jovens pelos ideias.
Jovens pelos literais
Imperfeitos sim,
contudo translúcidos
Feitos de vidro.
Do mais judiado e sujo capaz;
Somos a força da nação;
Nós somos jovens !
.
Sã na loucura de amar
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
A única diferença entre a loucura e a saúde mental é que a primeira é muito mais comum.(Millôr Fernandes)Momentos monótonos
alucinático extravagantes
que ao seu lado vivo
intensamente sem pensar no futuro
pós-próximo que virá...
Momento divino
de um doce menino
que em mim irá de viver
Longe de ti eu não vivo
,minha razão de viver
sem querer te perder
As doces amargas travessuras
de uma alma sem juras
de um amor sem fim.
Que longe de tudo
ainda há de viver
em algum lugar que lembra você
Loucura essa de te encontrar
e nos teus braços me perder
loucura essa da qual vivo
intensamente sem nenhum medo de se perder.
.
Em minhas mãos.
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las. (Voltaire)Não somos donos do tempo nem de ninguém...
A única coisa da qual podemos controlar é nossa língua, por que nossos pensamentos são livres para pensar o que preciso for. Tudo está interligado de certa forma que poderíamos mudar o mundo ao pensar em alguma coisa do qual possa nos fazer feliz...
Mas quem tem esse direito ? Eu ?
Simplesmente acho que as coisas acontecem pelo fato de terem que acontecer sem ao menos uma explicação. Não somos donos de si próprio, quanto mais do tempo.
O tempo não para, somos nós que paramos para vê-lo passar, e quando menos percebemos acabamos simplesmente existindo em um mundo do qual foi feito para ser vivido !
A situação não pode ser das melhores ,mas a vida tende a ir pra frente e o mundo a girar...
não podemos simplesmente parar no tempo e ver as coisas fluírem sozinhas, quem faz as coisas fluírem somos nós...não o tempo !
.
Liberdade ou opressão ?
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Toda reforma interior necessita de um esforço espiritual e força de vontade do próprio para isso
temos de nos tornar na mudança que queremos ser para poder então se alegrar de que tudo e todos ao nosso redor serão capazes de então se compreender o por que da vida ,a razão da vida !?
O passado é a mudança da vida ,aqueles que se prendem ao passado e não enxergam o presente simplesmente perderá o futuro...
seja a mudança que você vê no mundo ,ou a mudança que vê pra si próprio...
Ou a mudança que você quer ver para o mundo !
Quando os ventos de mudanças sopram ,levam barreiras para alguns ,e moinhos de alegrias para outros..
A verdade é que cada um é dono de seu destino desde que saiba fazer jus a tal liberdade que lhe é dada.
Para quem vive em um país democrata como o nosso não se pode ter o luxo de certas liberdades ou expressões ,pode apenas viver na sombra de uma ditadura expostamente escondida detrás de metros quadrados e planaltos centrais.
A democracia de um país que se diz auto-sustentável onde várias crianças morrem diariamente por falta de suprimento alimentar ou distribuição de água potável...
Ou a democracia de um país onde a profissão recorde é ser pai e ganhar dinheiro de milhões de brasileiros que pagam seus impostos diariamente...
Mas aquela liberdade de se expressar que nunca tivemos ou que herdamos de um lado escravizado de nosso corpo e alma pelo direito de renunciar uma liberdade gostosa de se enganar e poder redimir o erro com uma chance de tal ato pelo qual todos tem direito e ainda assim sofre pelo fato de ter a cor da pele mais escura ou mais clara que os demais..
Mas afinal ,quem faz o nosso destino !?
A selva de pedra em que vivemos ,ou o medo do qual nos escondemos ?
Observando
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on terça-feira, 13 de outubro de 2009
Desejo dar aquelas voltas em rumos distintos daquele amor que sempre sonhei.
Naquelas montanhas áridas cujo lobos selvagens morrem de sede e frio por não terem nem a vegetação para lhe protegerem ,eu sobrevivo !
Onde inúmeras pessoas ficaram loucas de solidão com linguagens que são meras palavras sem articulação ,destinados a viver sozinhos no mundo da solidão.
Desejo um mundo de homens e mulheres felizes ,como que qualquer criança comum
desejaria.
Mais quem foi que disse que eu sou comum ?
Dizer as mais belas mentiras num simples pedaço de papel rasgado e jogá-las ao vento para que possa ter assim um destino incerto a procura de um ser maior...
Não ,eu não sou comum !
Tenhamos novos oceanos que apaguem o passado cruel da humanidade que assim escolheu o seu próprio destino. Oceanos que criem novas formações geográficas ,novos continentes.
Minha fé é no imprevisível modo de viver do ser humano ,que apesar do sistema cruel da região vai a luta nem que para isso seja necessário matar o próximo...
Mas quem sou eu para falar do pobre ser ?
Eu sou a natureza !
.
Doce beijo amargo
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossaamar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita
((Drummond))
Foste com um beijo doce que me conquistou
Ou talvez o pior...
O pior dos meus medos
Aquele de me perder em seus lábios
De não saber a hora de parar
Sem saber se novamente irei te encontrar.
Beijo extremo ,meu doce prêmio
Meu castigo ,minha prisão.
Sinto o alivio daquele doce beijo explicito
De uma noite sem função
Daquela noite sem razão.
Noite que de todos os rumores te levaram
Que todas as coisas que me restaram simplesmente ardem
E no crepitar te escuto
Beijo divino e delirante
De um amor redundante.
Um amor que me deixou
Um amor que nem se quer existiu.
Porque não me deixaste adormecido ?
Por que desceste ao meu porão...
Quando que tenho por direito a vida ?
Quando que discretamente eu estava bem...
Morto de frio.
Quem me dará a idéia de conceber a saudade no sentido tático...
Me confortando de que novamente não irei mais amar ?
.
Caminho
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on terça-feira, 15 de setembro de 2009

As letras de um poeta são como pássaros
Que vem não se sabe de onde
E pousam em linhas distintas
Linhas muitas vezes mal compreendidas
Quando fechado o livro eles alçam vôo
E assim como vindo eles somem
Desaparecem sem rumo
Com destino incerto.
Não me pergunte como acontece
Não saberei explicar a beleza da natureza
A única coisa que sei é que nada sei
E de que todas aquelas coisas lindas trazidas por brisas
Com ventanias se vão
Mais lembre-se...
O inverno pode demorar a passar
Os pássaros podem demorar a cantar
Mais com o passar do tempo,tudo ficará florido novamente.
Ainda sei...
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on terça-feira, 1 de setembro de 2009
Mesmo que eu seja poeira
Varrida pelo vento da alma
Estendia sobre o sol da meia noite
Eu ainda hey de viver
Hey de viver em ti
Por que sei que ainda assim me ama
Sei que por um dia há de pensar
Que tudo em nossa vida há de recompensar
Todo o desejo dos loucos
Toda a euforia dos amantes
Mesmo que faça com que teu ar
Pareça mais um olhar
Misterioso ,incompreensivo
Singelo e rejuvelhecido
Pela cidade do desconhecido
Melancólica a maneira de amar
O modo de te olhar
De dizer coisas amorosas
Sei que ando triste!
Mais sei que um dia ainda vou sorrir
Com um olhar profundo
Sincero e humilde
Eu descansarei
Eu me repousarei !
.
Enfim o fim
Posted by Bruno Alves in [Jogados ao vento] on sábado, 22 de agosto de 2009
“Querer ser livre é estar preso ao próprio desejo de ser livre. Enfim, um paradoxo que a razão ordinária não compreende”.Já é tarde
Músicas teimosas em meus ouvidos
Palavras escrupulosas não saem da minha mente
Mulher singela e discreta
Com todas as suas coisas certas.
Atribui ao outro a culpa que não tem mais
Joga verbos que não fazem sentido
Vive na lei da selva
Não vê que o futuro é você quem faz.
Anda dizendo que ela é capaz
Coisas que sobem a cabeça
O medo de perder-se escorre em seus dedos
Ela lambe os dedos
Sem ter medo
O medo de ter-lo.
Passa por ruas e ruas cheias
Aquelas pessoas se movimentando de um lado para o outro
Vivendo em suas vidinhas de mentira
Fingindo ser o que não é
Tentando ser o que sempre quer.
Enfim o fim...
Sei que nunca serei alguém
Sei que diante de ti
Eu não sou ninguém
Enfim tu estas sozinha
Eu não vou mais ficar
Eu não vou mais esperar.
.


















