Calabouço


Não retire da minha cabeça a inspiração que me resta
Do pouco que você ainda não levou sobrou isso
E me agarrarei a essas minhas palavras como meta
Da parte que se entende do meu serviço

Do calabouço da cabeça ergue-se a mente
Um labirinto hermeticamente lacrado
Por pensamentos que despertam solenemente
A besta acorrentada, o animal encurralado

Da palavra que escrevo ainda resta a sanidade
De letras compostas com sentido abstrato
O poema que se descreve em pura vaidade
Com alegorias que não compõem o contrato

Fico então parado me esvaindo de sentimentos
Cogitando o que nunca pude pensar em ter
E de você, então só resta um lamento
Como aqueles que já nem se sabe porque.

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    # by Aimée Souto... - 3 de novembro de 2009 22:50

    sempre que tenho tempo, passo por aqui e leio o que vocês escrevem.
    coisas maravilhosas, sempre.
    adoro, mesmo que quase nunca comente.
    continuem escrevendo.
    se cada pessoa escreversse o que vem da alma, da essência e do coração, faríamos do mundo um lugar melhor!
    um beijo.

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    # by Sonia Schmorantz - 5 de novembro de 2009 04:05

    É maravilhoso este post, que ninguem nunca tire de você estes sentimentos, esta inspiração...
    um abraço

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    # by Aldemir Supremo - 6 de novembro de 2009 23:22

    Muito obrigado pelos comentarios esperem q voltem e comentem em outros posts porque escrevemos tudo com muito carinho pra vcs xD obrigado!

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    # by Will - 9 de novembro de 2009 19:36

    Acabo de descobrir esse blog e simplesmente adorei os poemas que aqui li. Gostei especialmente do "No ritmo das areias do deserto". Meus parabéns, já sou seguidor!
    Abraço!

Por favor, evite comentários como "Que Blog legal", "Gostei do Post", "Adorei o Blog", "Continue assim".Se estamos aqui é para escrever algo criativo por que somos capazes. Basta ter força de vontade e ler !
Comentário já uma forma de divulgação.
Comentários com links seram recusados no ato.
Abraços e uma ótima leitura.

Bruno Alves